As palavras do poeta que refrigeram vidas

 



Prosseguindo as publicações de produções poéticas da minha lavra, aqui está mais um poema que condiz com a realidade e os poetas têm condições de descrever tim-tim por tim-tim.



 O projeto Escirotres Eleutheros/Argentina, atendendo sugestões de poetas que moram nesse Mundo de meu Deus, certificou-me por eu ter produzido texto poético especificamente dentro da temática que eles escolheram.


Ecologicamente aperfeiçoado

 

É de tardezinha e o sol está se pondo

O vento sopra levemente

e os galhos das árvores balançam, mesmo assim

A grama molhada pelo orvalho no início da noite

Possibilidade de calmaria.

O rebanho busca abrigo

e a terra encharcada resfria o ambiente

Noite longa de invernada

Com relâmpagos e trovões

Preservam-se espaços cobiçados pelo homem.

O sol volta a mostrar seu brilho

Movimentam-se os defensores de cada torrão

Pretendendo manterem suas patentes,

Constituídas de pactuação ambiental

Que se manifesta de acordo com o clima

Seja ele: quente ou frio, não importa!

Porque abrem-se mechas na mata fechada

Permitindo a observância dos defensores

Para que haja um livre respirar

Não somente dos seres humanos, mas também da pujante vegetação

Para a imprescindível volta ao natural.

 

Autor: Paulo Vasconcellos-Capanema-Pará-Amazônia-Brasil



Em Tempo - Procurei ilustrar o texto com a temática do projeto, como forma de tornar agradável a leitura de vocês, caríssimos e amados visitantes!



Edição: Maikon Douglas

Fotos: Divulgação

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