Eu e minhas produções literárias andando por aí

Crônica da Atualidade - Por Paulo Vasconcellos




Contar o tempo é escrever histórias em versos e poesias

Estou contando o tempo e fazendo história e para rimar: escrevendo a memória da minha terra Capanema que tanto amo e defendo. Tudo o que faço para elevar o nome de Capanema, significa a minha afinidade com o local onde nasci e continuo vivendo, morando e assim por diante.
Toda vez que sou convidado para participar de eventos em que Capanema é o centro das atenções, respiro profundo para procurar palavras a serem destinadas, tanto nos relatos de improviso, quanto nos versos das poesias. Sou verdadeiramente apaixonado por essa terra e a ela sempre destino palavras amáveis que subsidiam seu referencial de cidade altaneira.
A segunda-feira, dia 6 de novembro do corrente ano, está marcada em meu currículo literário por causa das homenagens a mim dedicadas pela Escola Municipal Maximiana Meneses que me deixaram feliz até demais. Os gestores, os professores, os alunos e os convidados me receberam com fidalguia, razão de imensa gratidão para este escritor/poeta que tem tantos trabalhos inseridos em sua lavra, que correspondem ao que representa Capanema para muita gente.
Na realidade, para escrever este texto, estou fazendo variantes na gramática para encontrar adjetivos, substantivos e verbos que condigam com o que Capanema é e será. Todavia, não estou recorrendo ao dicionário, pois, modéstia à parte, mesmo tocado pela emoção, consigo dissertar sobre a importância da minha cidade, que é sua também, caro leitor.
Aos meninos e meninas que estudam na escola Maximiana Meneses, que interpretaram texto e poesias dos autores homenageados, meus sinceros salves, porque sei que não foi tarefa difícil para eles, entretanto, sei também que o nervosismo os atrapalhou um pouco. Porém, encorajados que foram por seus orientadores, como se diz na gíria popular: “tiraram de letra”, razão de contentamento para mim, que estive acompanhado de minha esposa Dalva Vasconcellos e dos meus colegas da ACLA: Cleni Guimarães, José Raimundo Vieira e Rosilda Dax.
Finalizo esta retórica com o coração regozijado de alegria por ter contribuído com aquele magnífico evento que homenageou Capanema e alguns literatos. Rogo preces a Deus que ilumine os caminhos dos profissionais da educação e daqueles pequeninos alunos que no futuro serão grandes profissionais. E no mais, apontei na página da minha história, um capítulo marcado pela singularidade, grifado pela simplicidade.
Capanema 107 Anos: Patrimônio de Todos Nós!
**O autor é: Escritor e poeta, titular da Cadeira nº 5 da Academia Capanemense de Letras e Artes-ACLA e da Cadeira nº 15 da Literária Academie Lima Barreto-LALB/RJ.
Edição e digitação: Dinho Aguiar
Fotos: Dalva Vasconcellos

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