Uma bandeira que carrego no lado esquerdo do meu peito


Crônica da Atualidade - Por Paulo Vasconcellos


Quando vou a eventos literários, a Bandeira de Capanema me acompanha. Quando é chegado o aniversário da minha cidade (que é sua também) a hasteio no mais alto lugar do mastro, como forma de amor imensurável. Quando visto a camisa que tem o brasão gravado à altura do meu peito, orgulho-me por ser capanemense. Quando a Bandeira de Capanema é hasteada em eventos cívicos, bato continência.
Faço tudo isso, com bravura e tenacidade, porque honrar o estandarte que compõe as cores de uma cidade que se desenvolve, representa para mim, prova de afinidade que divido com meus conterrâneos e também com os que escolheram Capanema como sua terra.
Faz algum tempo que destaco a Bandeira da minha cidade em local privilegiado do Blog ao qual sou signatário e assim faço em qualquer que seja o ato que participo tudo por uma causa justa que é dar conotação a Capanema meu torrão.
No próximo mês de novembro a minha “Felizcidade”, completará 107 anos de conquista dos direitos administrativos e emancipação política, formando um leque de afinidades que são parte da circunscrição que permeia o desenvolvimento de quem é polo da Região.
A Bandeira, o Escudo, o Brasão, as frases contidas numa singular história, enobrecem a todos os que vivem em Capanema e torcem pelo seu progresso, cantando em versos o hino que traduz a mata verde-cinzento no alvorecer de cada dia e de cada momento.

Capanema-Pará: 107 Anos – Patrimônio de todos nós.


Edição e digitação: Dinho Aguiar
Texto: Paulo Vasconcellos – Escrtitor e poeta, integrante da Academia Capanemense de Letras e Artes-ACLA e da Literária Acadêmie Lima Barreto-LALB/RJ
Imagem: Dyah Sousa, (Web Marketing)

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