Lídia Belo: Uma voz marcante à serviço da música



Levar a música aos quatro cantos do mundo é um tipo de incumbência de qualquer cantor e com o advento das mídias sociais, artistas estão galgando lugares importantes, cantando para vários públicos mundo a fora. A cantora Lídia Belo, que prepara seu trabalho em um CD que brevemente será lançado, já participou de vários festivais, entre os quais um de âmbito internacional em Bruxelas, representando a música paraense, interpretando canções de sua autoria e de outros compositores do Pará.
A artista é capanemense, mora em Belém e com sua voz afinada, interpreta belas músicas, razão de comparativos com seu sobrenome. Ela vai estar em Capanema dento em breve, convidada que foi para participar dos programas ‘Canta Pará’ e ‘Improviso’ na rádio Antena C, quando então contará mais detalhes de sua carreira.
Abaixo reproduzimos um release com as conquistas de Lídia Belo:


LÍDIA BELO
Cantora e compositora capanemense, de 29 anos. Começou a cantar e tocar
aos 8, quando teve aulas de violão popular.
Aos 13 anos, foi classificada com uma música autoral no Festival da Canção
Ouremense. Participou de outros festivais com músicas autorais ainda na adolescência,
um promovido pelo Grupo Educacional Ideal e outro pela Assembleia Legislativa do
Estado do Pará. Participou também, em 2009, da VII Mostra de Intérpretes da UFPA.
Em 2011, abriu, com um recital, a Bienal de Artes Brasileiras em Bruxelas,
interpretando tanto músicas autorais, quanto músicas de compositores paraenses
como Lia Sophia, Leandro Dias, Walter Freitas e Pinduca.
Em 2014, com o samba “O surdo”, foi classificada entre os três finalistas do
Prêmio Vale de Música, defendido no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, junto à Velha
Guarda da Portela.



A carreira musical ficou suspensa para conclusão do mestrado no Programa de
Comunicação da UFPA, porém, o projeto de gravar músicas autorais já vinha sendo
desenvolvido e foi colocado em prática esse ano. Atualmente com dez composições
prontas em fase de finalização, com arranjos e produção de Pedrinho Callado.

Edição: Dyah Sousa

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